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Mauá fecha agosto com saldo positivo de empregabilidade

Comércio liderou geração de postos de trabalho no mês; no acumulado de 2026, cidade já soma 1.582 novas vagas

O mês de agosto apresentou dados positivos na geração de empregos formais em Mauá. Segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), ferramenta do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados na última semana, o município fechou o oitavo mês do ano com 196 novos postos de trabalho com carteira assinada, resultado de 3.520 admissões e 3.324 desligamentos.

No comparativo com o mesmo período do ano passado, o desempenho de agosto de 2026 teve um crescimento de 51% na geração de empregos. Em agosto de 2025, Mauá registrou saldo positivo de 130 vagas.

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Na análise por setores da economia, o segmento do Comércio foi o principal responsável pelo resultado do mês, com superávit de 180 postos formais. Já no acumulado dos oito primeiros meses de 2026, Mauá soma 1.582 vagas de emprego formal criadas. Atualmente, o estoque de empregos formais na cidade, que corresponde ao número de trabalhadores com carteira assinada, é de 78.212 pessoas.

Além de Mauá, o Grande ABC também apresentou saldo positivo de vagas formais em agosto. No total, a região contou com a criação de 1.954 vagas formais de trabalho. A cidade com maior superávit no período foi Santo André, que teve a abertura de 831 postos. Na sequência apareceram São Bernardo do Campo (+478), Diadema (+403), Mauá, Ribeirão Pires (+33) e São Caetano do Sul (+16). Na contramão, Rio Grande da Serra apresentou saldo negativo de três vagas.

No acumulado de janeiro a agosto, a região totalizou 11.255 novos postos de trabalho com carteira assinada. Já nos últimos 12 meses, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, foram abertas 5.874 vagas formais na região. 

Cenário nacional – O País também apresentou saldo positivo no mês de agosto, com a criação de 165.824 empregos formais. O salário médio das novas contratações ficou em torno de R$ 2.400.

Os indicadores nacionais também apontam para um cenário de aumento da ocupação. O número de pessoas ocupadas chegou a 103,5 milhões, o maior patamar da série histórica, enquanto a taxa de desemprego ficou em 5,3%, também a menor já registrada.

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